O Espaço Aberto Ciência e Tecnologia – da Globo News – entrevistou Eric Schmidt, CEO do Google. Como pensa o homem que comanda a empresa que revolucionou a internet?
Pontos importantes são levantados durante a entrevista, como a concorrência com o Bing e o Facebook, o impacto dos tablets no mercado, o posicionamento da empresa no Brasil e ainda como é deixar a presidência para Larry Page – 18 anos mais jovem – e continuar como chefe do conselho da empresa.
Nos EUA, o Facebook passou o Google em números de pageviews, mas segundo Eric Schmidt, o Google não enxerga o Facebook como concorrente, a maior preocupação continua sendo a Microsoft, que oferece serviços parecidos.
Ainda na entrevista, é discutido alguns pontos de Search Engine Optimization (SEO) e Pagerank, além de levantar as penalidades aplicadas para sites e portais que fazem o uso de Black Hat, ou seja, a utilização de algumas técnicas que tentam enganar o algoritmo do Google para conseguir melhores resultados nas pesquisas.
Fonte: http://globonews.globo.com/platb/cienciaetecnologia/

Um grupo de personalidades se uniu para apoiar a campanha da Fundação Telefônica contra o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes. Ana Hickmann, Jair Oliveira, Jair Rodrigues, Luciana Mello, Roberto Justus, Tânia Khalil e Wilson Simoninha gravaram o spot “Vozes”. Os cachês foram doados para a ação, assinada pela Young.Veja o site aqui.
O filme “Assalto” também faz parte da campanha da Fundação Telefônica, em parceria com a Childhood Brasil, contra o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes. O foco principal é o carnaval, quando a incidência de casos do tipo aumenta, mas vale ficar ligado o ano todo!
Fonte: http://www.acaoprotecao.com.br/

Instituições são conservadoras. Muitas vezes são lentas para perceber a necessidade de alguns tipos de mudança. Quando o assunto é comunicação e relacionamento com o cliente, normalmente esse tipo de organização opta pelos modelos mais tradicionais.
Mas com a evolução proporcionada pela web 2.0, muita coisa está diferente nos departamentos de comunicação social das empresas, que aos poucos têm se adaptado
para atender às necessidades de interatividade e velocidade do mercado.
Se antes o grande foco da comunicação organizacional estava voltado para o tripé jornalismo (normalmente assessoria de imprensa), relações públicas (especialmente promoção de eventos) e publicidade, hoje as fronteiras estão menos claras.
Os profissionais de comunicação se deparam com um desafio bem maior: oferecer uma comunicação integrada nas diversas mídias.
E a internet tem papel fundamental nessa mudança de paradigma. Justamente por ser o canal em que a comunicação mais evoluiu nos últimos cinco anos.
Pouco tempo atrás, para estar presente na web, bastava ter uma página eletrônica com informações institucionais para apresentar quem você é e o seu negócio. E, a função de preparar essa página eletrônica, normalmente ficava a cargo da equipe de tecnologia da informação, especializada em sistemas, servidores e ferramentas, e não a comunicação propriamente dita, ou no conteúdo informativo. Com o passar do tempo, esse olhar cedeu espaço a uma preocupação mais ampla, que, sem excluir a tecnologia, tem foco na estratégia de comunicação integrada em mídias digitais.
A estratégia que hoje gera valor para as empresas e negócios de toda natureza inclui não só a criação de um site ou sua hospedagem na internet. É necessário também planejar e avaliar constantemente sua visitação, mantendo conteúdos atualizados e canais em que o público possa interagir, personalizar a informação oferecida de acordo com os interesses do público, e até mesmo, permitir que a audiência participe da construção do conteúdo.
Essa estratégia prevê o acompanhamento da imagem da instituição em blogs e redes sociais e pelo posicionamento da própria entidade nesses canais, aproximando-se cada vez mais dos seus públicos-alvo.
Outro desafio dessa nova visão é encarar o internauta não mais como mero receptor das informações, como se fosse um ser passivo, esperando ser atingido por mensagens. É alguém que toma a iniciativa no processo da comunicação, emitindo um questionamento.
Se a instituição ou empresa está preparada para apresentar respostas, cria-se um processo permanente de comunicação de duas mãos. A imagem da instituição como fonte confiável de informações fica fortalecida.
É uma transformação também na estrutura de comunicação das organizações. Antes a comunicação de uma instituição com seus clientes precisava ser mediada pelos formadores de opinião ou pelos veículos de comunicação ? modelo no qual a assessoria de imprensa, com a produção de press releases e de avisos de pauta, era o meio mais eficiente de transmitir uma mensagem para o público. Hoje as empresas com credibilidade conquistaram a oportunidade única de falar diretamente com seu cliente.
Pelos canais eletrônicos, sejam sites, hotsites, blogs, newsletters e presença em redes sociais, é possível comunicar, atingir seu público e ouvir o que o internauta tem a dizer, eficientemente, com baixo custo e confiabilidade. E o que é melhor: com essa possibilidade, surge também uma chance única da instituição virar uma fonte de informação respeitada, e que fala diretamente com seus públicos, de forma não mediada, e, sem intermediário.
A internet permite, portanto, uma revolução para as empresas. Mas para garantir esse nível de relacionamento em canais eletrônicos, é preciso investir em profissionais capacitados, pessoas que entendem de gestão de comunicação eletrônica e de produção de conteúdo digital.
Isso não se restringe a produzir sites ou hotsites bonitos, ou produzir banners eletrônicos que são a mera extensão de estratégias offline. A estratégia online precisa ser feita por profissionais alinhados com o discurso da entidade, mas que conheçam também as novas possibilidades específicas do meio digital.
Quando uma empresa pensa na estratégia online como uma questão fundamental de comunicação, criar um site ou um portal é apenas uma parte do negócio. O canal em si deixa de ser o mais importante. O principal disso tudo passa a ser a comunicação bilateral com o público, a avaliação de resultados e a realimentação de conteúdos e serviços, em um processo de interação permanente.
O papel do novo profissional de comunicação digital, nas instituições, é dar esse empurrãozinho. Ele aproxima o negócio ao público, e faz com que a mensagem flua sem obstáculos e de forma rápida entre emissor e receptor.
Fonte: webinsider

94% dos internautas fazem compras online no Brasil. ComScore
61% dos consumidores que fazem compras online são das classes A e B. Ibope Mídia.
48% dos e-consumidores tem entre 25 e 44 anos; 15% entre 15 a 19 anos; 17% (20 a 24 anos); 13% (45 a 54 anos); 6% (55 a 66 anos). Ibope Mídia
37% dos e-consumidores e concentram entre São Paulo e Rio de Janeiro. Ibope Mídia
Brasil já possui 246 sites de compras coletivas. Bolsa de Ofertas
Consumidor acessa internet 3 vezes em média para pesquisar produto antes da compra. McKinsey
Até 2014, verba de marketing digital deve chegar a 19% do orçamento de marketing das empresas, ante os 10% em 2010, representando crescimento de 90%.
60% dos internautas aprovam que empresas usem redes sociais para divulgar produtos e serviços e 70% aprovam uso para comunicação com os clientes e consumidores.
e-Commerce fecha 2010 com faturamento de R$ 15 bilhões e crescimento de 40% em relação ao ano anterior. Para 2011, expectativa é crescimento de 35%. E-Bit
33% das mulheres da chamada nova classe média digital no Brasil, Argentina e México já preferem internet à TV. Razorfish/Terra
49% das principais empresas da América Latina usam pelo menos uma das plataformas das redes sociais. Burson Mastellers
15% dos brasileiros usam redes sociais no trabalho, tanto para finas pessoais quanto profissionais. Em relação ao Twitter, esse número sobe para 20%. IDC
Apenas 7% dos empresários brasileiros considera indispensável participar das redes sociais. Ibramerc
Brasileiro tem em média 273 amigos nas redes sociais. Ibope Mídia
No Brasil, apenas 36% das grandes e médias empresas está presente nas redes sociais.
Destes, 45% não atualiza o perfil da empresa no Twitter e 30% não dialoga com seus consumidores. mWeb
Empresas que investem em redes sociais tem crescimento de até 18% no faturamento. Altmer Group/Business Week
87% dos brasileiros estão nas redes sociais.
71% dos e-consumidores fizeram alguma compra depois de ter recebido mensagem de e-mail marketing. Dinamize
Fonte: http://www.magoweb.com
Abaixo está um livro de grandes ensinamentos.

Você já leu o livro de Crash it de Gary Vaynerchuk Temos muito a aprender com ele.
Ele é o criador da Wine Library TV é uma TVonline que tem nada mais nada menos que 80.000 espectadores por dia.
Gary criou um canal que fala sobre vinhos, ele entrevista pessoas com seu jeito irreverente de ser quebrando totalmente os paradigmas da formalidade quando o assunto é vinho.
Ele dar dicas de como fazer sucesso com a internet.
Seu projeto é sobre vinhos, mas você pode usar o mesmo caminho para falar sobre o que você “domina”.
É uma de suas primeiras dicas é faça aquilo que você gosta de fazer ou aprenda a gostar do que faz e faça de forma eficiente, ou seja, deposite sua energia naquilo que você é apaixonado, o tempo é precioso e curto para você ficar desperdiçando com outras coisas.
Escolha um tema em que você passaria horas e horas conversando sobre, transforme isso em conteúdo seja ele texto, vídeo, podcast etc, o importante é que você goste do assunto, pois passará um bom tempo falando das mesmas coisas de forma diferente.
O Gary publica um vídeo por dia escrevendo esse post me faz lembrar do http://www.guanabara.info/
Então, baseado em sua paixão construa uma marca pessoal forte.
Ele tem um jeito muito louco de falar sobre vinhos, fala muito palavrão, quebrando todos os paradigmas de formalidade quando o assunto é vinho.
Seu sucesso não é por acaso, um trabalho feito a longo prazo, todos os dias ele postava um vídeo, ou seja, produza muito conteúdo.
Também em seu livro ele fala da importância de formar uma comunidade, pesquise na internet quem está falando sobre seu assunto e entre em contato com essas pessoas, assim você vai criar uma rede de relacionamento com pessoas que provavelmente vão te seguir e até replicar seu conteúdo.
Seja especial naquilo que você está fazendo, não queira saber de tudo e sim escolha um nicho no qual vai se especializar e vá em frente, não pense que vai ficar rico da noite para o dia o dinheiro é sempre a longo prazo as vezes nem tanto, mas quanto maior as expectativas, caso não de certo, maior será sua decepção, lembre-se disso.
Procure entrar em contato com o máximo de pessoas possível, depois disponibilize outros produtos, como: palestra, podcast, patrocine produtos etc, afinal tem que receber algum dinheiro para se manter no inicio. Faça-se conhecido que depois o sucesso e o dinheiro vêm.
Utilize as redes sociais de forma eficiente e tenha paciência, pois, como mencionado acima, nada acontece da noite para o dia, com um bom conteúdo hoje você pode ter mais audiência do que uma revista famosa esse é o caso do Gary, basta ter um bom conteúdo focado em um determinado nicho e aguardar que sua hora vai chegar.
Assim para resumir podemos observar com o Crush it que a internet pode elevar e muito o seu potencial, com ela você pode conhecer um número significante de pessoas e se fazer conhecido, claro que fazendo as coisas certas com um pouco de paciência e falando para um nicho especifico. Lembrando, falando de sua paixão.
Seja você mesmo, não tente imitar as outras pessoas tente fazer as coisas do seu jeito lembrando que você não vai agrada a todos, mas terá uma grande chance de fazer grandes amigos por ser autêntico.
Por ultimo junte o que você gosta sua paixão e transforme isso em conteúdo e acredite, pois, a internet no Brasil é apenas uma criança e você pode imaginar o quanto ela ainda vai crescer.
Conheça mais sobre Gary: Site: http://tv.winelibrary.com/
Palestra:
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=EhqZ0RU95d4&feature=player_embedded#!
Que 2011 seja repleto de realizações e sucesso para todos.
Fonte: http://tv.winelibrary.com/about/

Em 1994, mesmo antes de a internet ser disponibilizada para a população brasileira, o primeiro formato de ‘web’ banner clicável, o full banner, surgia como precursor da evolução que a publicidade começou a enfrentar. A primeira veiculação, apesar de ter definição, tamanho e peso limitados, foi suficiente para desafiar criativos, tecnólogos, planejadores e mídias para as oportunidades que o meio digital ofereceria.
O full banner de 15 Kbytes foi muito usado para divulgar marcas e produtos em uma abordagem de comunicação de mão única, que não viabilizava a resposta efetiva do receptor. Esse e outros formatos que surgiam eram a resposta do mercado ao aumento da penetração da internet no Brasil, crescimento da receita dos portais e da quantidade de anunciantes que aderiam à web como um novo meio de divulgação.
Com a crescente utilização dos novos formatos de web e digitalização dos dispositivos e da informação, a facilidade da mensuração foi se consolidando e provando quão importante era estar no universo online e entender os resultados que ele poderia oferecer. Até então se exibiam banners e mensurava-se a quantidade de impressões e cliques conquistados por cada um deles. O que se buscava era criar peças cada vez mais diferentes que se destacassem e ganhassem um clique do consumidor. A evolução seguia e, ainda em 1999, as dimensões de um Full banner de 468x60 pixels começaram a ficar pequenas para os objetivos que os anunciantes, consumidores e agências buscavam.
Com o aumento do budget das campanhas destinado a web, as defesas para este investimento eram cada vez mais procuradas pelos planejadores de mídia, afinal o conceito de medir cada ponto de contato do usuário com a marca parecia muito atraente, mas não se sabia ao certo por onde começar. Achar que o público iria gostar de determinada comunicação ou achar que o conceito daria certo já haviam deixado de ser argumentos plausíveis de defesa, pois os anunciantes passavam a exigir o entendimento do retorno que cada canal trazia.
Os argumentos de defesa foram surgindo cada vez mais embasados por teorias eficazes, possibilitando-nos assistir a evolução das métricas e do investimento publicitário no Brasil, decorrentes do aumento do número de usuários ativos da rede, que de acordo com pesquisa realizada pelo IBOPE em agosto de 2010 pulou de 39,3 milhões para 41,3 milhões. Além disso, segundo fontes do IBOPE, o total de pessoas que acessam a internet seja em casa ou no trabalho, foi para 51,8 milhões em 2010. Se considerar a navegação em escolas, lan houses, bibliotecas e telecentros, o número chega a 67,5 milhões no quarto trimestre.
À medida que os números eram entregues nos relatórios, novas necessidades surgiam e de repente as exibições de determinado anúncio ou até mesmo a quantidade de cliques do mesmo não estavam mais em primeiro plano. Entender o real engajamento do usuário com determinada campanha era o objetivo, e para tal, diversas métricas foram ganhando espaço no mundo da mídia online. O alcance, a influência de determinada peça até o ato da compra, seja ela no universo digital ou físico e até mesmo a adequação ao público-alvo, custo por click, custo por ação, visitas, taxa de conversão, número de inscrições, visitantes únicos, taxa de rejeição são alguns dos exemplos.
Enquanto os internautas eram impactados por mais canais digitais, as evoluções do próprio meio estimulavam mudanças no comportamento do consumidor da internet, que já não se interessava tanto por formatos não interativos. As necessidades do mercado ultrapassavam a capacidade limite oferecida pelos veículos para inserção de banners. Em 1999, o lançamento do Superstitial®, formato de publicidade online que pode exibir um filme ou animação de até 20 segundos com peso não maior do que 100k, mudou o panorama da publicidade online no Brasil, quebrando as barreiras que os criativos encontravam para explorar toda a liberdade e benefícios que o mundo virtual poderia proporcionar viabilizando a veiculação de formatos inovadores que marcaram história, como alguns exibidos na linha abaixo.
Os formatos Rich Media e outros que viabilizam propostas de interação são acessíveis a todo o mercado Latino Americano, contudo, ainda é muito comum planos de mídia solidificados em formatos mais tradicionais. Aos poucos, campanhas de varejo, que visam vender ou gerar leads, e campanhas mistas (branding e varejo simultaneamente) testam e passam a adotar peças diferenciadas em seu mix de comunicação. As campanhas de branding tomam a dianteira na exploração de formatos diferenciados, lançando criações inovadoras para que a marca seja destacada na mente do target, que não deve só ver, mas também interagir, propor, criar, e reverberar a mensagem.
Após este grande passo da comunicação digital, com o lançamento da tecnologia Rich Media que possibilitou o real engajamento do consumidor com a marca, em 2002 surgiam as métricas de engajamento e Cross Media.
Em seguida, no ano de 2005 mais um marco, quando Webanalytics passou a ser mais trabalhado, trazendo o estudo do comportamento de visitantes de determinado site para auxiliar a compreender como torná-lo mais eficiente. Com webanalytics novas métricas surgiram, como o tempo médio que é gasto em um site e em suas páginas, número de páginas vistas, taxa de rejeição.
Em 2006 chegou no Brasil a ferramenta Behavorial Targetting que permite exibir uma mensagem ao internauta de acordo com o comportamento prévio dele dentro de uma campanha de marketing. O ano de 2007 foi marcado pela entrada do Engagement Mapping ROI, que não excluiu a importância do clique, mas mostrou ao mercado a importância de cada ponto de contato do usuário com a campanha, distribuindo conversões entre todos eles em vez de alocar ao último clique.
Com o crescimento das redes sociais, até mesmo o boca a boca, imensurável no mundo off-line, ganha espaço nos planos de midia, pois 90% das pessoas consideram a opinião de outros consumidores decisiva para compra de produtos e idéias, segundo Womma. Assim, o boca a boca virou o tecla a tecla e passou a chamar a atenção dos anunciantes com as novas métricas, como curtir, compartilhar, comentar, convidar amigos, tornar-se fã, twittar, retwittar, quantidade de buscas.
Mobile, Social, Mídia Display, E-mail marketing, Links Patrocinados, SEO, HotSites, Landing Pages são apenas alguns dos mecanismos explorados no marketing on-line. Logo, a necessidade de se ter o completo entendimento das relações consumidor – marca estimulou a criação de multi-plataformas, que hoje, são chave para anunciantes que busquem resultados mais assertivos de seus esforços de comunicação.
Devido ao alto grau de detalhamento a que se pode chegar sobre o comportamento dos consumidores em cada canal de comunicação, é facil se perder. O excesso de informação, mudou o modelo analítico. A maior necessidade de 2010 não é coletar ainda mais dados, mas interpretar tudo o que já existe de maneira coerente e integrada. O ponto central é saber o que usar sobre cada meio, e o que aprender sobre tal.
A comunicação online é palco, ator e platéia da mudança de paradigma do marketing contemporâneo; que ainda hoje passa pelo desafio de garantir aos consumidores a participação ativa na criação e emissão de mensagens. Youtube, Facebook e Twitter são alguns dos exemplos de tecnologias desenvolvidas que marcam a transição de um usuário passivo para um pronto a produzir, misturar e classificar conteúdo. A mensuração hoje vai além da curiosidade, ela inicia-se nos reais objetivos da comunicação do cliente, em como torná-la mais eficiente, entendendo que cada ponto de contato tem importância no sucesso de uma ação de marketing.
Os anunciantes que se destacam na web atualmente são aqueles que entenderam que os consumidores buscavam espaço para interagir, propor, criar. Inovaram no uso de formatos de mídia digital e na forma integrada de explorar o mix de marketing. A evolução das peças publicitárias continuará, mas a vanguarda na mídia não será suficiente para garantir a competitividade de uma marca. O mundo “virtual” (que não existe como realidade, mas sim como potência ou faculdade) passou a ser real a partir do momento em que começou a funcionar como ponte de comunicação entre pessoas. Simultaneamente, o real encontra o digital não só como meio e canal, mas também como fonte de informações para o melhor entendimento do comportamento do consumidor. Cada vez será mais importante conseguir ler o que acontece no digital e transportar o conhecimento para as decisões reais que as marcas tomam a cada dia. Para acompanhar essa coleta de dados e leitura existem diversas soluções tecnológicas, porém ter os dados nas mãos não é suficiente. A chave da competitividade será antecipar as necessidades dos consumidores, possibilitada pela análise e real entendimento de todos esses dados, reais ou digitais.
Fonte: www.aunica.com/

“Temos observado o crescimento de oportunidades no marketing digital para os pequenos empresários, visto que a internet é hoje o lugar onde os consumidores buscam diferentes informações sobre empresas e produtos, antes de realizarem suas compras. Desde livros e CD’s (as “vedetes” das primeiras eras do e_commerce) até compras mais elaboradas, como carro ou apartamento, as pessoas almejam fazer um bom negócio e isso, normalmente, envolve uma etapa de pesquisa, na qual a internet se insere perfeitamente, mesmo que depois as pessoas optem por comprar na loja física”.
Veja o texto completo em: http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/04/oportunidades-no-mundo-digital-para-a/
Depois que fizer um bom site...
O melhor é desenvolver um bom plano de marketing e comunicação digital para transformar a empresa em uma referencia nacional, atraindo uma audiência qualificada, onde o foco são pessoas com interesse nos produtos da empresa, nas informações e serviços que o site irá oferecer ao seu público.
Para alcançar uma audiência qualificada com eficiência é necessário desenvolver algumas ações especificas.
A identificação do perfil, pesquisar a qualificação do visitante do site. Isso é fundamental no processo de crescimento não só da audiência, mas principalmente para se criar oportunidades de negócios para a empresa.
O trabalho inicial é identificar as possibilidades e definir quais são as estratégias de marketing mais adequadas, para serem desenvolvidas visando:
• AUMENTAR O NÚMERO DE CADASTROS QUE IRÃO RECEBER AS DIVERSAS COMUNICAÇÕES DA EMPRESA.
• AMPLIAR O VOLUME DE ACESSOS AO SITE DA EMPRESA.
• ATUALIZAR E QUALIFICAR OS DADOS DISPONIVEIS NO DATABASE MARKETING.
Você sabe quais são as etapas de um projeto Web?
1ª etapa é a construção de um cenário faça um pré diagnostico na ação de negócio no ambiente web.
2ª etapa é o Plano de Marketing e Comunicação Digital.
Quando for elaborar um plano de marketing e comunicação digital tem que pensar em alguns detalhes que farão parte das estratégias digitais do plano de marketing.
São eles:
• DBM: Database marketing
• SEO: Search Engine Optimization
• PCO: Plano de Comunicação Online
• PMO: Plano de Mídia Online.
3ª etapa é a Consultoria Evolutiva, manutenção e acompanhamento e monitoramento das ações do projeto.
Em breve vou falar sobre database marketing e qual é o seu maior objetivo.

Por meio de várias técnicas e ferramentas as empresas conseguem, após o desenvolvimento do Plano de Marketing e Comunicação Digital, posicionam-se de forma correta na internet obtendo sucesso nas suas estratégias de negócios.
Veja abaixo algumas ações de um plano de Marketing e Comunicação Digital
• Analisar o cenário do mercado e da concorrência.
• Posicionar a empresa de forma correta.
• Planejar ações de relacionamento.
• Desenvolver campanhas de marketing.
• Transforma sua empresa em uma marca forte no mercado.
• Ampliar os negócios da empresa.
Ao construir e analisar o cenário de mercado e da concorrência tenha em mente de que tudo tem que está alinhado ao planejamento de gestão Digital, Claro que ao iniciar o planejamento tem que se pensar no resultado de médio e longo prazo.
Para ter relevância e um ótimo trafego em seu site é necessário posicionar a empresa de forma eficiente para os mecanismos de buscas, ou seja, ter um site otimizado para aparecer nas primeiras posições na busca Orgânica do Google, Bling, Yahoo etc.
Para isso você tem que seguir os milhares de critérios utilizados pelo buscador para que a página seja vista por ele como informações relevantes para o usuário que digitou determinada palavra chave.
Tudo isso é chamado de “Otimização de Site” ou MOB (Marketing de Otimização para Buscadores), ou ainda o termo em Inglês “SEO (Seach Engine Otimization)”.
Para mais informações conheça o Grande Guru na arte de Otimização: http://www.mestreseo.com.br/
Quando for planejar ações de relacionamento observe quem é o seu publico alvo e faça algo que tenha sentido.
Ano passado participei de um projeto onde tínhamos como maior desafio a produção de um Hot Site para captação de matriculas para vestibulares, no entanto, tinha que ser bem interativo.
Começamos a pensar no quanto o nosso público alvo era indeciso no momento de escolher uma profissão, daí surgiu à idéia de fazermos um teste vocacional em forma de vídeos, o vestibulando não precisa ficar lendo e com alguns cliques ele tinha a respostas de qual é o seu perfil.
Faça o teste aqui: http://www.centraldevestibulares.com.br/
Existem inúmeras opções de ações no momento de desenvolver uma campanha de Marketing, mas acredito que o primeiro passo antes de desenvolver uma campanha é necessário uma boa percepção do cenário do mercado e atentar a alguns detalhes.
• Conhecer o perfil do cliente
• Detectar oportunidades
• Atentar ao regulamento
• Formulário de inscrição – E-mail cupom
• Formulário de indicação – E-mail Indicação
• Premiação
• Divulgação do resultado
• ETC
Seja o primeiro na cabeça das pessoas, seja o top, mas para isso tenha em mente que escutar seu público-alvo e observar o que eles falam sobre a sua marca, produto ou serviços nas redes sociais.
#ficadica
Crie conteúdo específico para cada mídia social (fotos, Vídeos, Texto etc)
Tudo pensando em integrar com tudo que utilizar em seu planejamento!
Espalhe seu conteúdo!!!
Não adianta só ter perfil nas redes sociais, O mais importante é COMUNICAR, CONVERSAR, AJUDAR, COMPARTILHAR e RELACIONAR.
No inicio o foco principal é aumentar a presença digital.
1ª passo: definir informações a serem divulgadas.
2ª passo: cadastrar nas redes sugeridas. . (lembrando de não esquecer o alinhamento da comunicação visual)
3ª passo: Estipular metas para cada rede
4ª passo: Cronograma para cada rede.
5ª passo: mensurar tudo.
Depois de tudo cadastrado começa a proliferação dos conteúdos. Mensurar toda semana, no entanto, definir uma data mensal para comparar período.
Depois de dois meses mesurado – definir campanhas de marketing*.
No mais aprenda com o mestre @ganabara http://www.slideshare.net/GustavoGuanabara/edted-creo-otimizao-de-contedo-para-usurios

Quando uma empresa se dispõem a fazer um projeto de marketing focado na comunicação Digital tem por obrigação prestar atenção em alguns detalhes para garantir o sucesso das ações para com isso sustentar vida de sua marca, mas para isso é necessário o comprometimento de todos os envolvidos no projeto.
Para planejar as ações passo a passo sempre pensando no planejamento estratégico e metas estabelecidas e no resultados que sua empresa quer atingir, terá que redobrar a atenção nas etapas e ações dentro de cada etapa, terá que focar em como medir tudo isso, quais ferramentas usar e como selecionar o que fazer. Com muito ou pouco dinheiro.
Veja abaixo etapa e ações



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Leia também "O poder das redes sociais"
Fonte: WBI BRASIL – www.wbibrasil.com.br

As novas formas de interação entre as empresas e seus públicos estão retratadas na pesquisa “Mídias Sociais nas empresas”, realizada pela primeira vez pela Deloitte no Brasil. Depois de conquistar a popularidade dos consumidores, as mídias sociais ganham importância junto às empresas, mas ainda são pouco exploradas como ferramentas estratégicas de relacionamento.
O estudo foi realizado com 302 empresas de diversos segmentos e portes econômicos que atuam no País. Quase 70% afirmaram utilizar as redes sociais. São Paulo apresentou a maior concentração de respondentes (63%), seguido pelo Rio de Janeiro (7%) e Minas Gerais (6%). As companhias multinacionais representam 16% das participantes, e o restante, 84%, são de origem nacional.
As ações de marketing e divulgação de produtos e serviços são as atividades mais realizadas, com 83%. “A popularidade das ações de marketing é natural. As mídias sociais representam um canal de comunicação que atinge milhares de pessoas e a um baixo custo”, destaca Fabio Cipriani, gerente responsável pela prática de consultoria em Mídias Sociais.
As mídias sociais são muito mais vistas, pelas empresas, como mídia propriamente dita, do que como plataforma de relacionamento. O estudo aponta que é dada pouca importância à captura de oportunidades (46%), ao suporte aos clientes (43%) e ao desenvolvimento de inovação por meio de inteligência coletiva (17%). “Vimos que dificilmente a empresa envolve outros processos que poderiam ganhar muitos benefícios com as mídias sociais, por exemplo, captura de pedidos, suporte ao cliente e integração de equipes”, completa Cipriani.
Um total de 73% das empresas afirmou que as ações ligadas a esta ferramenta estão sob o comando do departamento de Marketing. Um aspecto a ser considerado é que a diretoria e o departamento de comunicação são os menos envolvidos com mídias sociais, 5% e 6%, respectivamente. A estratégia deveria partir da liderança, por esse motivo, os demais departamentos não se envolvem e se mostram desalinhados em relação às ações desenvolvidas nestes canais. Apenas 26% dos respondentes afirmaram que há mais de um departamento envolvido com mídias sociais em suas empresas.
A falta de tempo e a mobilização das pessoas para participarem das ações nestes canais foram os principais obstáculos apontados pelas empresas na execução de suas estratégias em mídias sociais, respectivamente 49% e 38%.
“A falta de tempo assinalada por grande parte das empresas requer uma avaliação sobre a necessidade de se ter um profissional, uma equipe dedicada ou terceirizar o serviço para cuidar das iniciativas em mídias sociais”, afirma Cipriani.
Métricas estratégicas, como valor da marca (24%), retorno sobre o investimento (18%) e Net promoter score – ferramenta que avalia a fidelização no relacionamento com os clientes – (6%) são as menos utilizadas para acompanhar os resultados das ações em mídias sociais. As empresas mostraram-se mais preocupadas com resultados operacionais, como número de usuários, usuários ativos, visitantes ou visitantes recorrentes (71%); visualização de páginas (63%); e frequência de visitas (59%).
Os dois setores que mais utilizam as mídias sociais são os de serviços (38,1%) e de varejo, bens de consumo & transporte (20%). O setor de manufatura, que o mercado enxerga ter baixa aderência às mídias sociais, surpreende aparecer em quarto lugarno ranking de empresas que já utilizam ou monitoram as mídias sociais (11%).
A pesquisa destacou ainda que as redes sociais (Orkut, Facebook, redes sociais internas etc) são as ferramentas mais utilizadas pelas empresas, com 81%. Os microblogs (Twitter, Yammer etc) aparecem em seguida com 79%, e devido ao ritmo de crescimento que vem ganhando no Brasil, deverá ultrapassar as demais redes sociais muito em breve. O blog corporativo também é muito usado no universo empresarial, sendo utilizado por 70% das empresas que se envolvem com as mídias sociais.
Fonte: Deloitte
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